quinta-feira, 24 de abril de 2014

IVETE, A ENFERMEIRA:


































Mandado publicar por ela no jornal "A Hora de São Miguel Arcanjo", edição do dia 07 de maio de 2005.

NA AREIA MOVEDIÇA DA MEMÓRIA




















Dentro do Cine-Teatro São Miguel, idealização de Fuad Abrão, hoje só uma carcaça oca, carunchada pelas lágrimas de três gerações, acham-se representantes da Colônia Sírio-Libanesa, dentre eles: Narlir Miguel, Maria de Lourdes Abrão, Angelina Aruk, Helena Miguel, Suel, Antonio Bittar, Maria Idálio, Fuad Abrão, Pajé, Anésio Elias, Michel Abrão, Helena João, Nina Ibrahim, Abdala Jabur.
Em pé, de terno preto, Harif Miguel, pai de Harima, guardiã da fotografia.

GENTE QUE SE FEZ

























1918...
Em um vagão de trem, no Bosque de Compiègne, é firmado o armistício entre a Alemanha e seus aliados.
Acaba assim a Primeira Guerra Mundial.
São Miguel Arcanjo principiava no galgar espaço como uma nova cidade no mapa do Brasil.
Cidade que precisava da ajuda de todos os moradores para crescer e prosperar, aparecer e depois sonhar.
E veio muita gente para ajudar, principalmente os sírio-libaneses.
Tinha o Jorge Elias, pai da saudosa Geni, a senhora que fazia deliciosos chancliches ( aqueles queijinhos tipo árabe), e que residia à Rua Júlio Prestes, pertinho da agência do Correio local.
Tinha o Elias Jorge, casado com dona Sara, que possuíam um armazém no Bairro do Gramadinho, em Itapetininga, divisa com São Miguel.
Tinha também o Narlir Miguel, que se casou com dona Helena e teve um filho, Adib Miguel, participante da Segunda Guerra Mundial, dela voltando vivo.
Na foto, um encontro para a posteridade.
Sara, a que se veste de preto.
Helena tem a criança no colo.
A fotografia - aqui, só um xerox - acha-se guardada a sete chaves por Harima Miguel.

A BOA NATUREZA















A natureza presenteou o município de São Miguel Arcanjo com fartura de água doce.
Rios e ribeirões formam um manto de vida, claro que alguns deles depredados pelas mãos descuidadas dos moradores vizinhos.
Dentre eles: Rio Taquaral, Ribeirão São Miguel, Rio São Miguel ou Fazenda Velha, Rio Panelas, Ribeirão do Pacinho (ou seria Passinho?), das Areias, das Lavrinhas, do Tamanduá, da Lagoa do Guapé, do Turvo que serve de divisa para os bairros Lajeado, Turvinho, Guararema, Panela e Taquaral Acima.
Acima, em foto xerocada da página "Memórias da Cidade", criação e responsabilidade de Luiza Valio, do dia 07 de maio de 2005, os outrora moços representantes da Colônia Sírio-Libanesa na cidade: dona Maria, esposa do Isaac; Sara e Elias Idálio; Lâmia; Olga Idálio e o esposo Abdalinha; Cida Idálio; Jorge Idálio; Futina Jabur; Helena João; Azize Bittar; os irmãos Zaquias, Miguel e Romes Elias; Zeca, filho do Calixto João e Acácio Gato.   
Tempo!

terça-feira, 22 de abril de 2014

"NINO", O CARNAVALESCO

















Chamava-se Juscelino Nunes de Oliveira.
Popular "Nino", foi grande destaque nas noites e durante os carnavais, quando desfilava e sambava como ninguém.
Sua alegria contagiava os amigos, e eles eram muitos.
Não havia tempo ruim para o folião mais famoso que a cidade já teve.
Um dia...
Era 09 de dezembro de 2005.
Repentinamente, aos 49 anos de idade, foi vítima de infarto e partiu.
Não houve tempo de despedir-se.

" SEU" DELEGADO ESTAVA LÁ


Quando o Plano Diretor do Município de São Miguel Arcanjo ficou pronto, em setembro de 2006, a comunidade fez-se ausente na última audiência pública.
Nenhuma Associação, nenhum Sindicato, nenhum representante da Sociedade Civil compareceu para tomar conhecimento das diretrizes que seriam tomadas e votadas nas próximas sessões da edilidade, ditando normas e leis que direcionariam o futuro de São Miguel Arcanjo.
Representaram-na, então, as seguintes pessoas presentes nas dependências da Câmara Municipal, local onde vinham acontecendo as reuniões para o Projeto: Roberto Mendez, sua esposa Madalena Mendez, a filha do casal, Silmara Mendez, o então estudante Antonio Vítor, Nei Cleber de Araujo, popular "Binho" e o senhor Hélio Góes, popularmente conhecido por "Delegado", morador no Bairro Brejaúva. 
------- Cópia da foto postada por Roberto Mendez no jornal "A Hora de São Miguel Arcanjo", edição de 23 de setembro de 2006. 

SUBSTITUIÇÃO DA EMPRESA NA CONSTRUÇÃO DO GINÁSIO

A lei número 300, de 23 de julho de 1963 cancelava a contratação da empresa Irmãos Cardoso e Cia. Ltda. para a construção do Ginásio Estadual de São Miguel Arcanjo.
No lugar desta empresa, foi contratada a Comercial Construtora Stecca S/A.