sábado, 1 de março de 2014

APARÍCIO BRIZOLA DE QUEIROZ






Notícia recortada do extinto jornal "Folha de São Miguel Arcanjo", edição do dia 14 de junho de 1970.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

FLÁVIO JOSÉ FOGAÇA










Era filho de Vital Fogaça de Almeida ( nascido em 28 de abril de 1885, em Itapetininga e falecido em 14 de maio de 1966 em São Miguel Arcanjo) e Maria Laura Faria Fogaça (nascida em 29 de maio de 1889 no município de Bananal e falecida a 23 de fevereiro de 1950, em São Miguel Arcanjo). 
Irmão de Francisca Áurea Fogaça (nascida aos 30 de janeiro de 1918, em São Miguel Arcanjo, onde faleceu a 28 de fevereiro de 2008, que se casou com Luiz Balboni, nascido em Ribeirão Preto aos 28 de junho de 1916 e morto em São Miguel Arcanjo aos 04 de dezembro de 1990, com quem teve os filhos: Laura, Luiz, Aldo, Vital, Maria Antonieta, Fábio, Francisco e Marcelo; Therezinha de Jesus Fogaça (nascida em 1927 em Itapetininga, que se casou com José Mário Zei, natural de Batatais onde nasceu em 1933 e tiveram os filhos Júnior e Maria Laura, nascidos em São Paulo); Francisco de Assis Fogaça de Almeida (nascido em Itapetininga a 24 de setembro de 1929 e falecido em São Miguel Arcanjo no dia 13 de junho de 1988; casado com Marina Cravo, com quem teve os filhos: Eduardo, Ricardo, Leonardo e Sandra Mara, todos nascidos em Araçatuba) e Vital Fogaça de Almeida Júnior ( nascido em 1931 em São Manoel e falecido em novembro de 2003 em São Miguel Arcanjo, que se casou com Míriam Monteiro Fogaça e tiveram os filhos Regina e Renato, nascidos em São Paulo.
No livro "Resgate", de Ariosto Salvador Araujo, lê-se que Flávio nasceu em 17 de março de 1922; já no site Rodovid diz que seu nascimento se deu em 17 de maio de 1922, em Descalvado.
Nessa época, o pai cumpria o cargo de Delegado de Polícia em São Miguel Arcanjo. 
No ano seguinte, com a remoção do pai, foi residir em Conceição do Monte Alegre, depois em Araras, Pirassununga, Itu, São Manoel do Paraíso, São Paulo.
O primeiro emprego foi numa fábrica de calçados na capital.
De volta a São Miguel Arcanjo, foi trabalhar com o primo Nestor Fogaça; daí, partiu para Itajaí, a convite de um tio, para trabalhar no ramo de madeiras.
Em Itajaí, encontrou o grande amor de sua vida, Onilce Gomes ( nascida em 09 de novembro de 1928 em Itajaí, Santa Catarina, e morta em 13 de novembro de 1999), com quem casou-se e teve quatro filhos, todos eles nascidos em São Miguel Arcanjo: Flávio José Fogaça Filho, nascido em 1949 ( que foi casado com Tereza de Jesus Silva, com quem teve as filhas Daniela - nascida em 1974 - e Débora - nascida em 1978, em São Paulo); Ney Sérgio Fogaça, nascido em 1951 ( casado com Vera Lúcia Oliveira, com quem teve as filhas Vitória e Marília, nascidas em São Paulo); Léa Maria Gomes Fogaça, nascida em 1957 ( casada com Francisco Carlos Fonseca, de Marília, com quem teve os filhos Lucas e Caio, nascidos em São Paulo) e Maria Cristina Gomes Fogaça, nascida em 1959 ( casada com Francisco Fogaça Balboni, com quem teve o filho Hugo, nascido em São Miguel Arcanjo).
Flávio faleceu a 20 de agosto de 1988, em São Miguel Arcanjo, dois meses depois do irmão Francisco de Assis Fogaça de Almeida, que residia em Itapetininga.
Fez parte da diretoria do Asilo e da Corporação Musical Sãomiguelense.
Possuiu uma torrefação de café e, com o cunhado Luiz Balboni, uma fábrica de amido de mandioca, de farinha de milho e beneficiamento de arroz. Esta, defronte à hoje Escola Arcanjo.
Religioso, foi Ministro da Eucaristia.
Deixou diversos quadros pintados, doados por ele a alguns familiares.
Gostava de trabalhar com madeira.
A esposa Onilce Gomes era voluntária nos projetos de Adelina Prandini Ribas.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

UÍLIO AZANHA






















Se vivo, Uílio Azanha teria completado, no último dia 10 de fevereiro, 65 anos de idade.
Natural de São Miguel Arcanjo, era filho do casal Manoel Azanha Neto e Alice Alves Rodrigues.
Um dos seus hobbys preferidos era a leitura, mas jamais dispensava um bailinho ou uma serenata com os amigos.
Cursou o Técnico em Contabilidade na vizinha Itapetininga e empregou-se no Banespa.
Faleceu no dia 11 de janeiro de 1981, vítima de um acidente.
Empresta seu nome a uma rua na cidade, localizada no Jardim Nova São Miguel.  


HOMERO DOS SANTOS FORTES

Filho do casal iguapense Francisco Estácio Fortes e Leonina dos Santos Fortes, Homero dos Santos Fortes era irmão de Jandira, Álvaro, Paulo, Plínio, Eucharis, Araci, Luis e João Procópio.
No ano de 1914 estava matriculado na Escola Normal de São Paulo, tendo como colegas: Pedro Vidal de Oliveira, Antonio Christino Cabral, Affonso Henrique Mendes, João Ferrara, Laurindo José de Almeida, Achilles Bloch da Silva, Benigno Lagreca, Bruno Alves Cruz, Francisco Domingues da Assumpção, José Scaramelli, Sebastião de Aguiar Barbosa, João Henrique Hortiz, Raul Antonio Fragoso, Oscar Alves de Siqueira, Luiz Galhanone, Alfredo Stavale, José Luiz da Graça Veiga, Olavo de Carvalho, Altino José de Oliveira, Antonio Villalva Júnior, João Ribeiro Júnior, Armando Quaglio, Rafael Rocha Campos, Antonio Marques Galvão e Murillo Mendes.
No ano de 1917, participou de uma festa promovida pela Cruz Vermelha, em São Paulo, em benefício do Hospital para crianças que estava sendo construído, tomando parte do coro final da opereta "A Feiticeira", ao lado de Olga Mercado, Ruth Quadros, Alzira, Odete e Acilda Meirelles, Carmen Azevedo, Elvira Carvalho Pinto, Aracy Tavares, Esther Novaes Ribeiro, Odila Paes de Barros, Josephina Villa Real, Paulo Mercado, Renato Meirelles, Walfredo Arantes Caldas, Victorina Dubugras, José Luis da Veiga, Washington Cardoso, Maria de Lurdes Ribeiro, Nadir Porto, Isabel Braga, Arnaldo Andrade, etc.
Casou-se com Abigail de Albuquerque.
No início dos anos 20, passou a residir em São Miguel Arcanjo, onde fundou o Escotismo, a ele dedicando tudo, levando-o a um grau de desenvolvimento invejável.
Os pais daquela época faziam até sacrifícios para ver seus filhos matriculados na instituição que enveredava por um bom caminho, sob a direção do professor.No ano de 1.923, por ter sido acusado de fazer parte de uma das facções políticas locais, o que era absolutamente falso, o professor Homero dos Santos Fortes pediu remoção e foi removido de São Miguel Arcanjo para a diretoria das Escolas Reunidas de Santa Eudóxia, sendo nomeado em seu lugar o professor José Galvão.
A politicalha existente na cidade tentou desmoralizá-lo diante da opinião pública, mas não conseguiu.
Homem superior, cavalheiro distinto, preferiu tudo sacrificar a curvar a fronte digna e nobre ante os tiranetes da terra, segundo afirmava o extinto jornal "A Razão", edição do dia 9 de agosto de 1.923, primeira página.


No ano de 1937, o professor lecionava na importante Escola Normal de São Carlos, sendo responsável pela cadeira de Ciências Físicas e Naturais.
No ano seguinte, paraninfou a turma da Escola Normal Padre Anchieta e em 1948, fazia parte do Conselho de Sentença do Fórum Criminal de São Paulo.
No ano de 1950, foi candidato a deputado federal pelo PSP, obtendo 2.254 votos. Era correligionário de Antonio Vieira Sobrinho.
No ano de 1951, já casava em São Paulo seu filho José Roberto de Albuquerque Fortes com Maria Ercília Quintela, filha de Olavo e Ercília Quintela. Paraninfaram a cerimônia, pelo lado do noivo, seu tio João Procópio Fortes e esposa; pela noiva, Renato Prado e Maria do Carmo Aguirre Quintela.
O professor Homero dos Santos Fortes faleceu em abril de 1968, em São Paulo.
O professor Homero não foi homenageado em São Miguel Arcanjo, mas em Paraisópolis, São Paulo, à Rua Herbert Spencer, 113, existe uma unidade escolar que lhe emprestou o nome. 
Trata-se da "Escola Estadual Professor Homero dos Santos Fortes".