quarta-feira, 4 de abril de 2012

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Verso do extinto jornal "O PROGRESSO", de São Miguel Arcanjo

BATIZADOS EM MAIO DE 1.919.


Conforme inseridos no extinto jornal "O Progresso", edição de 01 de junho de 1.919, dois batizados aconteceram no mês de maio em São Miguel Arcanjo:

1. No dia 31 de maio de 1.919, foi batizada a menina Maria Flávia, filha de Thomaz Galvão Nogueira e Lolica de Noronha Galvão.
Foram seus padrinhos o Professor José Galvão e Risoleta Galvão d`Almeida.
À noite, na residência dos pais da menina houve uma reunião íntima na qual dançou-se até altas horas, retirando-se todos satisfeitos pela gentileza de que foram alvo por parte da família Galvão Nogueira. 

2. Dias antes, realizou-se o batizado de Maria Neide, filha do Capitão Amaro Paulino da Silva, delegado de polícia local, e de Isolina Kruger da Silva.
Foram padrinhos da pequena o Capitão Mariano J. Ramos de Toledo e sua consorte Maria Lucrécia, os quais, por esse fato auspicioso. abriram os salões de sua residência para um animado baile que se prolongou até a madrugada do dia seguinte.
A essa reunião compareceu o escol da sociedade sãomiguelense. 
No intervalo das danças houve diversos recitativos muito apreciados pelos presentes.
Foram muitas  as gentilezas dos anfitriões.
   

quinta-feira, 29 de março de 2012

IMIGRANTES SUÍÇOS EM SÃO MIGUEL ARCANJO


Eles vieram da terra do texugo e da doninha. 
Da Suíça para Capivari, no Estado de São Paulo, Brasil. 
De Capivari para São Miguel Arcanjo desde o ano de 1.942, eram muito conhecidos como a família do saudoso Francisco Angartem, casado com a italiana Irene Striulli, recentemente falecida.
Estabelecidos no Bairro da Lavrinha, lidaram com lavoura e gado, mas depois de alguns anos acabaram trocando 60 alqueires de terras por uma chácara na cidade, na Rua Narlir Miguel, 254, onde mantinham algumas reses, comercializando leite de porta em porta levado numa carrocinha puxada a cavalo.
Na fotocópia, da esquerda para a direita, e do alto: José, João, Pedro, Francisco, Rosário (pai do Dr. José Benedito), Augusto, Orlando, Maria, Osório, Jacintha (avó do José), Paulo, José Angartem e Emília.
Quando visitei a família, no ano de 2.003, aprendi com eles o que fazer para abrandar uma tempestade: é jogar uma peneira no quintal de casa, com o lado côncavo para cima. Mas a peneira tem que ter fundo em forma de cruz.
Gente boa, pacífica e honesta tanto os Angartem como os Striulli.